sábado, 17 de julho de 2010

As competências do profissional de Marketing


Amigos, quem quiser uma cópia do material que usei na palestra que apresentei na semana de Marketing, em Maio de 2010, no auditório da unidade XI da Uninorte, para os alunos de 7o. e 8o. períodos do curso da Administração, sobre o tema "as competências do profissional de Marketing" entrem em contato e façam a solicitação postando comentários, ok?



quinta-feira, 15 de julho de 2010

Novo Nome

Amigos,

Atentem que mudei o endereço desse blog.
Alex Moreirastrategic.blogspot.com

Abraços

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A importância do amor!


Recentemente, lí um texto de uma professora, colega de trabalho, sobre o amor e as angústias do indivíduo, principalmente sob a ótica feminina, na constante e ao mesmo tempo inexplicável necessidade de se encontrar tal sentimento.
Creio que direcionar essa reflexão para a mera situação cotidiana e romântica do relacionamento entre o casal, a família ou para o relacionamento entre amigos, é superficializar o tema. Incluo também nesse contexto as abordagens unicistas baseadas em questões religiosas, filosóficas ou psicológicas.
O amor é muito mais complexo,e não pode ser entendido sob uma única abordagem.
Qual é a sua opinião sob esse tema?
Gostaria de ouví-lo.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma vida Repleta de aprendizado.

A "Life full of learnig" é um famoso artigo publicado por Chris Argyris em 2003. Chris Argyris é nascido em 16 de Julho de 1923 nos Estados Unidos da América, Chris Argyris é considerado como uma das maiores autoridades mundiais no campo do comportamento organizacional. Foi ele o precursor do conceito de organizações em aprendizagem (ou learning organization), mais tarde popularizado por Peter Senge, conceito este que descreve uma organização em permanente aprendizagem.
Segue a introdução do artigo original, em inglês.


I began my career with a dedication to reducing injustices. The injustices that
intrigued me were those that inhibited the expansion of liberating alternatives.
Soon I narrowed my focus even further to those injustices created by human
beings when they were acting to reduce the injustices. The more that I studied
these phenomena, the more I found myself studying processes that were selfsealing,
compulsively repetitive, and non-interruptable and changeable by the
very people who created them. Kubie (1958) described such processes as
neurotic and undermining creative change. Fromm (1955) made a similar
point, emphasizing societal variables.
It became increasingly clear that human beings were skillful at maintaining
vigilantly these corrosive and non-learning features. These features continue
to exist today in organizations. Yet there are no courses at universities or other
executive programs that teach human beings, groups, intergroups, and
organizations the skills of producing these counterproductive, compulsively
repetitive processes. How do we explain their omnipresence and perseverance?
I chose to become a scholar because I felt a deep sense of responsibility to
test the claims that I would make in the most robust manner possible. I sought
to assure myself that I was not unwittingly kidding myself or others in the
claims that I was making.
At the outset of my career, I assumed that justice and seeking truth represented
unbounded good. As I will illustrate below, I learned that both features
contain inner contradictions. As justice is strengthened, it can also produce
knowledge that violates it. As truth is strengthened by the use of the ideas in
good currency in the scholarly community, it can also create conditions for
limiting truth.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

EMOÇÕES NEGATIVAS EM COMPRAS

"Elaborei este ensaio, em parceria com as minhas colegas de mestrado Mria Emilia Meloe Mary França S. Muniz. O objetivo deste é descrever a abordagem teórica de Marketing disponível quanto às emoções negativas do comportamento do consumidor durante o processo de compra.Caso tenha interesse em uma cópia gratuíta deste ensaio, entre em contato. "

Entender as características do comportamento do consumidor é fator
primordial para as organizações que pretendem construir relacionamentos que
sejam lucrativos e duradouros. O processo de decisão do consumidor é fortemente
influenciado pelos aspectos emocionais, portanto, compreender esse fato é
relevante quando se pretende melhorar relacionamentos ou julgamentos assim
como evitar experiências que sejam negativas.
Emoções não são espontâneas e ocorrem devido a um estímulo externo,
porém, são incontroláveis. Já os pensamentos, segundo Damásio (2001, apud
ESPINOZA), podem ser controlados e permitem, até certo ponto, a decisão sobre o
que se quer pensar ou não. Assim sendo, tanto a emoção quanto os pensamentos
resultam em comportamento, portanto, o comportamento do consumidor é dirigido
por emoções e pensamentos.
Por outro lado, cada vez mais o estudo das emoções torna-se importante
no entendimento da experiência de consumo, uma vez que os sentimentos
influenciam diretamente nas ações tomadas pelas pessoas no que se refere a
situações de compra e consumo. Essa experiência emocional representa um papel
importante no processo de satisfação, pois os sentimentos negativos e positivos
influenciam na avaliação do consumidor.

A Liderança Exercida pelo Empreendedor na Perspectiva das Competências Empreendedoras.

Desenvolvi este artigo, em parceria com a minha colega de Mestrado Emily D. Houbuss de Leon. O objetivo do mesmo, é analisar a liderança exercida pelo empreendedor na perspectiva das competências empreendedoras, sistematizando o conhecimento encontrado na literatura disponível sobre o assunto. Este estudo, de natureza qualitativa, bibliográfica, foi realizado através do método Desk Research. As conclusões nos mostram a importância do conhecimento sobre competências empreendedoras, que se apresentam como um grande diferencial no momento atual e a necessidade de líderes competentes que tanto possam exercer suas funções, como orientar seus liderados a trabalharem de forma competente para o êxito do empreendimento. Toda ação empreendedora possui um líder responsável por esta ação, que necessita ser mais que um chefe ou um gerente, comum nas organizações tradicionais. O empreendedor com competência empreendedora vai além, percebendo o potencial, quer para a criação de um novo negócio, como para a melhoria de um já existente, promovendo o estabelecimento da organização em um mercado cada vez mais competitivo.
Caso tenha interesse em obter uma cópia gratuíta do artigo, mande uma solicitação.